REUNIÃO NO SINDICATO DOS BANCÁRIOS/RJ
BITRIBUTAÇÃO DO IMPOSTO DE RENDA
Estou perplexa com o teor do documento encaminhado, por e-mail, aos associados da AAFBanerj, em 11 de fevereiro/2011, dois dias após a reunião convocada pelo Dr. Jefferson Ramos Ribeiro e que teve como únco assunto de pauta a Bitributação do Imposto de Renda - 10 anos. Eu estava lá durante toda a reunião.
O que me causa, inclusive, profunda estranheza é o fato de o Presidente da Direx, Sr. Gerson Barg e a Diretora Jurídica,. Sra. Maria Emília R. de Santana Lopes, ambos advogados, terem participado durante três horas desse encontro, com uma platéia de mais de 300 associados, e não se manifestarem sobre os pontos que, agora, indagam no e-mail. O Dr. Jefferson falou, exaustivamente, durante mais de 1 hora, sobre a ação desde o
seu início em junho/2005 até os fatos recentes provocados pelo
Presidente da Direx, Sr.Barg, ou seja, DESTITUIÇÃO do patrono da ação, Dr. Jefferson e OUTORGA DA NOVA PROCURAÇÃO da AAFBanerj à diretora Jurídica Maria Emília. Após sua explanação foi aberto espaço para quem quisesse se manifestar ou tirar alguma dúvida. Por que, então, pelo fato de não se sentirem totalmente contemplados, não indagaram tudo isso lá no Sindicato, durante a reunião? O advogado estava à disposição de todos nós que somos partes dessa ação. Estranho, não?
O Percinoto e a Maria Emília, esta de certa forma nervosa, ainda usaram da palavra. O Gerson Barg, apesar de citado por mim e pelo Dr. Jefferson, ficou todo o tempo silente. Realmente não deu para entender sua postura. Não quis o Presidente se arriscar, temendo a reação da platéia pois lá estavam mais de 300 associados?
Agora, se eles pretendem convencer o associado a iniciar novo processo, isso vai acarretar um prejuízo de pelo menos 5(cinco) anos em relação ao direito de recebimento dos atrasados, além de ter que pagar honorários a eles, também.
Nota-se no e-mail daAAFBanerj, naturalmente redigido pelo Gerson, Maria Emília e Percinoto, a grande preocupação em relação aos honorários de 21% a que o advogado Dr. Jefferson teria direito por força contratual (concordamos com isso em 2005). Tanto o Percinoto, que em 2005 estava como Presidente da Direx e autorizou o advogado a usar o nome da AAFBanerj no polo ativo da ação, quanto a Maria Emília que à epoca fazia parte da Diretoria, são partes, desde 2005, na ação ora questionada. Assinaram, como os demais participantes do processo, um contrato de honorários e uma procuração autorizando a associação e o advogado Jefferson a representá-los em juízo. Por que passados 5 anos começaram a achar e alardear que está tudo errado? Chegaram ao ponto de apresentar ao Ministério Publico Federal, em junho de 2009, um pedido de investigação sob a alegação de possíveis irregularidades no trâmite do processo. E isso só foi realizado após tomarem conhecimento dos valores que os associados iriam receber e quanto o Dr. Jefferson iria receber de honorários de todos nós (21%). Chegaram a fazer vários cálculos. Que preocupação, quanta inveja contida nesse ato.
Por que tanta maldade? Por que tumultuar tudo? Por que prejudicar o associado?
Não dá para entender a postura que os administradores da associação (Gerson, Maria Emília ) adotaram nesses dois últimos anos em relação a esse processo. Por que assinaram e concordaram com tudo em 2005 e agora insistem em afirmar que o processo está eivado de erros? A Maria Emília é advogada, portanto com competência para uma avaliação mais aprofundada da questão. Não o fez em 2005 por que? Com que intenção agora criam tantos problemas? Será que não pensaram no prejuízo e no transtornoque tudo isso pode causar aos participantes da ação?
Só posso lamentar, profundamente, o que vem acontecendo.
Em relação ao inquérito na Polícia Federal, não sei porque não entendem que isso aconteceu em razão da denúncia que a própria AAFBanerj encaminhou ao Ministério Público Federal, assinada por Gerson, Maria Emília e Angelo. É um desdobramento da investigação que eles mesmo solicitaram e que agora se colocam na situação de vítimas.
O desespero deles nessa campanha eleitoral faz com que mais intensamente se utilizem de meios condenáveis para tentar chegar à vitória: mentir para o corpo social, caluniar, difamar e cometer injúria. Tudo isso com um único objetivo: me desmoralizar, me desqualificar e denegrir a minha imagem construída há mais de 30 anos. ISSO É PURA COVARDIA, É CRIME! Como não têm o que falar de mim, simplesmente inventam para tentar convencer, com fatos absurdos e irreais, aqueles que não me conhecem e os que não estão vacinados contra eles.
Deisy Rego |
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MENSAGEM DA EQUIPE DA CHAPA 2-TRANSPARÊNCIA E PAZ
Uma campanha verdadeiramente democrática tem como pressuposto fundamental o respeito dos adversários uns pelos outros. Todos têm o direito de defender, livremente, suas ideias bem como os projetos que pretendem realizar se eleitos. Ofender, difamar, menosprezar e criar dificuldades de toda ordem aos oponentes é inaceitável. É o que, seguidamente, vêm fazendo os candidatos da situação, que deveriam ter compostura, pelo menos pela idade e experiência de vida que têm.
Eles pautam sua campanha num binômio recorrente: insistir no problema dos jetons percebidos pelos membros do Conselho Deliberativo da CABERJ (como se nada, muitíssimo mais importante, houvesse lá dentro, para ser observado e corrigido) e ofender e desqualificar a líder da Chapa de Oposição, a colega Deisy Rego, que tem, sim, um longo passado de lutas em defesa dos direitos em geral da Comunidade Banerjiana, que não há como ofuscar ou negar. Todos que a conhecem, e é a maioria absoluta da nossa Comunidade, sabem disso. Ela não precisa provar nada sobre isso porque a Verdade é uma só e não adianta querer negá-la com mentiras e ofensas.
Mas, colegas, é preciso lembrar que a atual campanha diz respeito à eleição para a nova Administração da AAFBANERJ, não da CABERJ. É claro que, sendo uma das maiores de nossas Entidades Representativas, a opinião da AAFBANERJ tem peso ponderável em qualquer pleito. Mas, não é só de CABERJ que ela trata. Quando obedece aos objetivos fixados em seu estatuto, ela cuida da defesa de todos os direitos dos banerjianos. Foi para isso que ela foi criada e é a isso que, quando administrada com isenção, sempre se dedicou. Perguntem às dignas colegas Leda Monteiro Bastos e Carmen Lauria, que haviam pensado em criar uma nova associação, mais próxima do Banco, se não foram os colegas Rubens Mesquita Gosling e Nicola Pomo, conscientes das dificuldades que o Banco já enfrentava, que as convenceram da conveniência de, ao invés de mais uma entidade de lazer e confraternização, era importante criar uma organização de luta pela preservação do Banco e pela defesa dos interesses de seus funcionários. Foi com a concordância delas que os referidos companheiros redigiram o primeiro estatuto da AAFBANERJ, com esse objetivo fundamental. E as atividades dela logo se iniciaram, com a imediata adesão da Deisy em todos os trabalhos, reuniões com autoridades, envio de informativos semanais aos colegas e difusão do espírito de luta, ordenada mas intransigente. E a primeira vitória foi a retomada do Banco pelo Governo do Estado, após a intervenção sob a direção de uma Junta integrada totalmente por funcionários do Banco Central. Mais tarde, com o fechamento do Banco, foi a AAFBANERJ a inspiradora da união de todas as nossas Entidades Representativas, que constituíram o FORUM DAS ENTIDADES, cuja longa luta, caracterizada pela nossa unidade e na qual muitos se destacaram (e por isso não devemos mencionar nomes) se encerrou com o grande êxito da garantia da Complementação de nossa Aposentadoria.
Foi esse espírito de luta, de coragem e de respeito por todos os colegas que sempre caracterizou a Deisy e seus companheiros de Chapa e é por isso que eles pleiteiam o voto de vocês para manter acesa a luta, com isenção e objetividade.
Tínhamos concluído este texto quando recebemos a última Revista da AAFBANERJ. Nela, os atuais administradores negam à Deisy o democrático direito e de defesa dos agravos estúpidos de que foi vítima em editorial de Informativo anterior da Associação. Que gente é essa, que ofende e não permite ao ofendido defender-se, como determinam a lei e a ética, ÉTICA que eles usam como título de sua Chapa, Mas, ao mesmo tempo em que se negam a divulgar a íntegra da resposta da Deisy, não se pejam de pinçar alguns trechos dessa defesa, fora de seu contexto, para fazer comentários maldosos. Quando se referem à afirmativa da Deisy de que a primeira etapa do processo de Bitributação foi vitoriosa, eles ironizam dizendo: “Tão vitoriosa que até hoje ninguém recebeu um centavo sequer”. Ocorre que, como eles bem sabem, essa primeira fase era uma ação de reconhecimento de dívida, que teve, sim, sentença favorável, tendo sido os créditos dos quase 500 colegas postulantes reconhecidos. A segunda parte da ação referia-se, exatamente, à cobrança desses créditos. Mais adiante, após a Deisy esclarecer que todo esse assunto, de interesse dos colegas que a procuraram pedindo ajuda da Associação foi conduzido em clima de absoluta boa fé e que a escolha do Advogado Jefferson foi dos colegas e não dela, eles pinçam outra frase da Deisy: “não fui eu, ao contrário do que é afirmado no Encarte, que envolveu o nome da Associação, foi o Percinoto, mas ele o fez de boa fé, como eu teria feito se o fato tivesse ocorrido na minha gestão” E acrescentam: “O que se pode pensar disso? O que qualquer pessoa normal pode pensar e deduzir é que a Deisy foi absolutamente honesta, esclareceu os fatos, já só ela foi mencionada no Encarte, mas reconheceu que o colega Percinoto agiu de boa fé e que ela teria feito o mesmo se fosse a gestora do momento. Concluindo, só podemos lamentar mais esse procedimento vergonhoso dos componentes da Chapa da situação que, além do mais, usam, como bem entendem, estrutura da Instituição para sua campanha ao mesmo tempo em que criam, para a Chapa de oposição, todas as dificuldades possíveis.
Cabe a vocês, caros colegas, decidirem a quem desejam entregar os destinos da AAFBANERJ no próximo biênio, exercendo o democrático direito do voto.
DEISY REGO, DIGNIDADE NA LUTA DOS BANERJIANOS
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Deisy Rego fala para o jornal O Veterano do programa sobre sua candidatura pela Chapa 2 – Transparência e Paz que disputa a eleição da diretoria da AAFBanerj.
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Entrevista de Deisy Rego ao jornal O Veterano
Deisy Rego fala para o jornal O Veterano do programa sobre sua candidatura pela Chapa 2 – Transparência e Paz que disputa a eleição da diretoria da AAFBanerj.
Veterano – Desde quando você é banerjiana?
Deisy Rego: Iniciei minha carreira como escriturária, aprovada no concurso de 1961, ainda no BEG – Banco do Estado da Guanabara. Inicialmente lotada na Direção Geral do Banco,
exerci diversos cargos comissionados: secretária de gerência geral, auxiliar de administração, chefe de seção, assessora de gerente geral e gerente geral adjunto. Passei, também, por vários setores da agência Ouvidor do antigo BEG, em l966/67. como auxiliar administrativo e subchefe de seção de cobrança e desconto. Fui eleita Diretora Representante dos funcionários do BANERJ, em 1987 , junto à PREVIBanerj, em mandato de quatro anos, e após a aposentadoria, fui indicada como Membro do Conselho de Administração do citado fundo de aposentadoria e pensão.
Veterano: É por isso que você era chamada a Deisy da Previ?
Deisy Rego: É mais ou menos isso mesmo. A passagem pelo fundo de pensão marcou muito a minha vida profissional. Os colegas do BEG/BANERJ já me conheciam bastante por minha atuação na área de recursos humanos, e na PREVI consegui realizar bons trabalhos, como representante do funcionalismo do banco, nas áreas de atendimento ao Corpo Social, benefícios previdenciários e empréstimos a participantes. Como sempre tive muita sensibilidade social, procurava ajudar a resolver muitos problemas dos colegas do banco, e das suas famílias. Como sempre prestava minha solidariedade aos companheiros nas lutas pelos seus direitos e conquistas, e delas participei ativamente, passei a ser conhecida
como a "Deisy da Previ".
Veterano: Você já atuou também na AAFBanerj?
Deisy Rego: Sim. Logo após a fundação da AAFBanerj, em julho de 1983, eu me tornei associada. Além de ser um espaço para integração e confraternização dos seus associados, a AAfbanerj era especialmente uma trincheira de luta em defesa dos direitos corporativos do funcionalismo do Banco. Na ativa participava do Conselho Deliberativo da entidade e, após a aposentadoria em 1992, exerci a Vice-Presidência e, por 3 mandatos não consecutivos a Presidência da Diretoria Executiva e, também, a Presidência do Conselho Deliberativo da associação em diversas ocasiões.
Veterano: Por que você decidiu disputar a presidência da AAFBanerj?
Deisy Rego: Resolvi aceitar este desafio mais uma vez por ter grande amor à associação e, especialmente, em virtude da manifestação de um número expressivo de associados que não estavam aceitando o estilo de administração atual e assim desejavam que a AAFBanerj voltasse a ser, como nas gestões anteriores, um lugar de confraternização e encontro constante de seus associados, um ambiente onde respiravam a Paz, a harmonia e a fraternidade. Um espaço Zen. Com nossa vitória, daremos continuidade aos projetos que estiverem funcionando bem, que sejam do agrado do corpo associativo e bons para a AAFBanerj. Pretendemos, também, abrir novas frentes de trabalho social e especialmente restabelecer o fórum das entidades representativas do funcionalismo do ex-Banerj. A união entre as diversas associações é muito importante para o êxito nas conquistas e lutas. Queremos e faremos uma administração transparente, ética, profissional e competente, absolutamente voltada para os interesses dos associados e com respeito ao Estatuto da Entidade. Queremos, novamente, que haja união entre os associados que, lamentavelmente foi quebrada. Queremos que a AAFBanerj continue a ser a casa dos ex-banerjianos, um lugar onde ele se sinta tranquilo e certo de que seus direitos serão defendidos. Queremos que a Paz volte a reinar na associação e nesse sentido trabalharemos fortemente. O nome da nossa Chapa diz tudo: TRANSPARÊNCIA E PAZ.
Veterano: Quais os pontos principais do programa da Chapa 2 – Transparência e Paz?
Deisy Rego: Temos uma plataforma de trabalho com l9 itens, que vão da defesa incondicional dos interesses coletivos dos associados, atuação permanente em defesa da CABERJ, incentivo e ampliação dos eventos sociais, excursões, passeios, promoção de atividades culturais, cursos diversos, apoio ao coral da Associação, concursos literários, redução gradual da participação financeira do associado nas festas de confraternização natalina, estudar a viabilização do Lar dos Banerjianos, em parceria com a CABERJ, restabelecer o fórum de discussão das entidades representativas, entre outros.
Veterano; E o fórum das Entidades?
Deisy Rego: Ah, sim. Este é um ponto importante do nosso programa. Como já disse anteriormente, precisamos restabelecer este fórum que no passado agregava todas as entidades representativas e servia para fortalecer nossos movimentos de luta em defesa dos direitos da nossa coletividade. Infelizmente, a atual administração da AAFBanerj não reconhece o fórum como um lugar importante para o debate das questões que nos envolvem junto aos Governos Federal e Estadual e à CABERJ. Os atuais administradores adotaram a prática de agir independentemente e, também, não reconhecem a representatividade de algumas coirmãs. Isso acaba, naturalmente, enfraquecendo qualquer movimento de defesa. Queremos que todas as entidades sejam respeitadas pelos serviços que prestam a seus associados e ao universo dos ex-banerjianos. Defendemos a participação de todas, por menor que sejam, nesse fórum com plena direito de expressão. A partir de 2007, a Diretoria Executiva da AAFBanerj , infelizmente, assumiu uma postura de isolacionismo. A nossa Associação reúne o maior número de associados depois da ABANERJ, mas não é por isso que ela deve minimizar a importância das outras.
Veterano: O informativo do Conselho da CABERJ dá conta de que os participantes da diretoria da AAFBanerj , Ângelo Conte e Roberto Percinoto receberam da Caixa de Assistência valores expressivos a título de jetons. Como você encara esse tipo de procedimento?
Deisy Rego: Não cabe a mim responder sobre isso, fazer um juízo de valor. Eles é que devem prestar conta de seus atos. É da responsabilidade deles responder sobre isso. O pagamento de jeton, nos atuais R$ 250,00, já existe desde 2001 e foi aprovado em reunião plenária do Conselho Deliberativo da CABERJ. O que precisa ser discutida e regulamentada é a freqüência desse recebimento, com estabelecimento de um teto mensal. O fato já existe há muito tempo.
Veterano: Como é a formação da Chapa 2 – Transparência e Paz?
Deisy Rego: Bem, a nossa equipe é formada por pessoas de formação técnica, ex-gerentes e funcionários de diversas origens. O Importante é que todos têm o mesmo objetivo e defendem a idéia de que a AAFBanerj é para todos os associados, sem discriminação, e não um clube de elite para poucos.
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